Um tempo com poucos adultos, mas muitas crianças, onde as coisas pareciam muito mais simples, eu ainda andava com os pés no chão e pouca roupa, o tempo parecia ser infinito, não se pensava no amanhã, vivíamos o momento, e naquele momento o que mais importava era brincar de brincar de boneca, amarelinha, stop, salada mista, pira-esconde, garrafão, bandeirinha ou simplesmente correr na chuva, era a coisa mais divertida que uma criança podia fazer sair de casa e brincar na rua sem a mãe saber, passar o dia subindo em arvores e "fugindo" de possíveis "doidos", era divertido, a “surra” que viria a seguir da mamãe o máximo de fazia era arrancar algumas lagrimas seguidas de risos nada que fizesse crianças travessas andar na linha no dia seguinte, afinal criança que é criança tem que se divertir, ou melhor, se diverte.
Havia um tempo, ou melhor, houve um tempo que eu chamei de infância, onde desfrutei ao lado das melhores pessoas do mundo.

sexta-feira, 11 de março de 2011
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